Cada vez é mais necessário prestar atenção ao mundo que nos rodeia. A vida morre ou renasce em cada esquina, em cada palavra, em cada olhar!...
Em cada significante, um ou mais significados. Ora é aqui que a encruzilhada da Vida nos conduz aos signos da perfeição, e ao seu contrário, do desespero, e do seu contrário, da ilusão, e do seu contrário.
E se partilhássemos palavras e sentimentos dispersos? Sobre tudo que mexe, apesar da Vida também ser composta de inertes. Falaremos de tudo, daquilo que ocorra e faça jus a impulsos imediatos, independentemente do grau.
Com liberdade - não aquela que nos sugerem, mas só nos sufoca. Mas com a NOSSA, desinibida, livre porque desagrilhoada mentalmente; digna porque purificada da "liberdade" cativa de sórdidos interesses.
Vamos abrir o peito aos ventos, respirar o ar dos puros, honrar as almas vivas de João das Regras, Gil Vicente, Camões, P.e António Vieira, Eça de Queirós, Antero de Quental, Fernando Pessoa...
domingo, 12 de abril de 2009
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